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Paixão pelo Sol e a Proteção Solar… Voltar

A relação entre o brasileiro e o “astro-rei” é intensa. E de acordo com o Atlas Brasileiro de Energia Solar, ao longo do ano o Brasil recebe mais de três mil horas de brilho do sol. Portanto, saiba mais sobre a relação entre radiação e saúde da pele, características das formulações e dados do mercado de suncare no Brasil, que tem uma das maiores incidências solares do mundo! Confira!

Com uma das maiores incidências solares do planeta, o país ocupa a terceira posição no mercado mundial de suncare e a primeira na América Latina. Grande parte das novidades em proteção solar está relacionada ao conceito de multifuncionalidade, em resposta à crescente conscientização sobre a necessidade de proteção constante da pele.

São tendências o desenvolvimento de formulações mais eficientes contra fatores que geram irritação e envelhecimento – como a poluição e a luz azul – e novas formas de aplicação. Segundo pesquisa da Mintel, no momento da compra, 61% dos brasileiros buscam protetores solares faciais que ofereçam hidratação à pele e 51% procuram produtos que sejam resistentes ao suor. Outros benefícios mencionados são produtos com vitaminas (44%) e com propriedades antienvelhecimento (43%).

Diante destes dados, iremos abordar as características das radiações solares e as alterações que podem causar à pele; dados sobre o mercado de proteção solar no Brasil, tendências e novidades que chegam ao consumidor; os mecanismos de ação das formulações e informações referentes à legislação para a categoria.

RADIAÇÃO SOLAR E FOTOENVELHECIMENTO

A energia do sol é emitida na forma de ondas eletromagnéticas, que têm comprimentos diferentes. Cada comprimento de onda tem uma frequência e um nível de energia a ele associado. A radiação solar que chega ao topo da atmosfera da Terra é composta, em sua maior parte, por emissões na faixa de 200 nm a 3.000 nm. De toda a energia emitida pelo sol, 44% se concentra na faixa de 380 nm a 780 nm. Essa faixa é chamada de espectro visível de energia, e é por meio dele que podemos identificar as cores.

Do total da radiação solar que chega às camadas superiores da atmosfera terrestre, somente uma pequena fração atinge sua superfície. Isso ocorre por causa da reflexão e da absorção dos raios solares pela atmosfera. O ar puro não absorve a radiação solar, mas é capaz de espalhar radiação com comprimento de onda menor que 1.000 nm (dispersão de Rayleigh). Essa dispersão – que é verificada principalmente no espectro visível, podendo ser observada a olho nu – é mais acentuada nos menores comprimentos de onda. O ar espalha essa energia principalmente no azul.

Dessa maneira, recebemos luz com esse comprimento de onda predominante como radiação difusa do céu (por essa razão, o céu é azul durante o dia). Quando o sol se aproxima do horizonte, os raios que chegam aos nossos olhos atravessam uma massa maior de ar, aumentando a intensidade da dispersão. A maior atenuação no azul faz que a luz do sol seja avermelhada no espectro visível, efeito que se torna mais acentuado quando há poeira em suspensão na atmosfera. A radiação solar que consegue chegar à superfície da Terra pode ser absorvida pelo solo, que tem baixa refletância (reflete menos que 10%).

As vegetações são bastante absorventes na faixa de comprimento de onda do espectro visível, devido à clorofila, que absorve a radiação especialmente no azul, no laranja e no vermelho. Como a clorofila absorve menos no verde, este é mais refletido. As superfícies com vegetação têm refletância alta (igual ou superior a 35%) no infravermelho, radiação que é invisível aos nossos olhos. Superfícies minerais também têm refletância alta. Algumas dessas superfícies, como a neve, refletem a maior parte da radiação solar que incide sobre elas. A água tem refletância pequena no espectro visível, a qual diminui ainda mais com o aumento do comprimento de onda.

Os raios infravermelhos (IV) agem em uma frequência que está além da capacidade humana de visão. Essa radiação é liberada de todos os corpos que emanam calor. Com emissões na faixa de 780 nm a 3.000 nm, o infravermelho é responsável pelo aquecimento do planeta e representa quase a metade da radiação solar que chega à Terra. Esse tipo de radiação atravessa vidros e superfícies plásticas transparentes, além de outros materiais.

No corpo humano, os raios infravermelhos penetram profundamente na pele, podendo chegar até a hipoderme, na qual provocam a dilatação dos vasos sanguíneos. Estudos comprovam que o efeito térmico dos raios infravermelhos é importante para a proteção da pele contra os raios ultravioleta (UV).

Ao penetrar profundamente na pele, os raios infravermelhos deixam uma grande quantidade de energia na derme, o que agride os tecidos. Contudo, o calor fornecido por esses raios estimula a circulação do sangue e o metabolismo. O infravermelho é utilizado em tratamentos estéticos da pele, para diminuir inflamações e aliviar dores nas articulações, entre outras aplicações relacionadas à saúde.

Já a radiação visível (de 380 nm a 780 nm) é composta por sete cores que são fragmentadas em “arco-íris” durante a difração da luz por uma gota d’água. As cores formadas são: violeta, anil, azul, verde, amarelo, laranja e vermelho. A radiação visível causa poucos efeitos sobre a pele. No entanto, vale mencionar que a luz da manhã estimula a secreção de melatonina, hormônio que regula o ritmo do sono. Essa estimulação ocorre através dos olhos e da pele.

A radiação ultravioleta (UV) é o oposto do infravermelho, pois ela está no outro extremo do espectro solar. Com emissões na faixa de 200 nm a 400 nm, ela representa 7% do espectro solar e tem os menores comprimentos de onda e o maior nível de energia. Os raios UV são responsáveis por um grande número de reações fotoquímicas, que ocorrem principalmente nas regiões mais altas da atmosfera, agindo como catalisadores de reações químicas e influenciando fortemente os mecanismos de aquecimento dessas camadas.

Quando atinge a superfície, a radiação ultravioleta provoca diversos efeitos sobre os seres vivos, como queimaduras, fotoalergias, envelhecimento cutâneo e alterações celulares, que, somados a alterações genéticas, criam predisposição ao câncer de pele. Contudo, a exposição à radiação ultravioleta também proporciona efeitos benéficos à saúde, como o estímulo cutâneo à produção de vitamina D. Além disso, a radiação UV ajuda no tratamento de doenças (como a psoríase, o vitiligo e alguns tipos de linfomas cutâneos) e tem ação bactericida e fungicida. A radiação UV é subdividida em três faixas: UVC, UVB e UVA.

Com base no mecanismo de bronzeamento, é possível afirmar que a exposição ao sol permite desenvolver progressivamente a fotoproteção natural. Contudo, o processo não oferece proteção contra o envelhecimento induzido. Assim como os outros órgãos, a pele sofre envelhecimento cronológico, responsável pela mudança de sua aparência ao longo dos anos. No entanto, fatores externos – como estresse, poluição, fumo e, sobretudo, a radiação UV – influenciam e aceleram esse processo, favorecendo o aparecimento de manchas, descamações, asperezas e outros sinais de envelhecimento precoce.

O envelhecimento cutâneo induzido pelas radiações UV decorre de uma série de alterações bioquímicas e fisiológicas: como estresse oxidante, com mutações e/ ou alterações no DNA; lipoperoxidação, com a formação de radicais livres; foto-oxidação de proteínas; e desequilíbrio na produção de enzimas antioxidantes, entre outros fatores.

As alterações decorrentes de fotoenvelhecimento comprometem as duas primeiras camadas da pele. Na epiderme, podem ocorrer alterações na espessura e nas células pigmentares, resultando no espessamento e/ou no afinamento da pele, bem como em alterações de textura e de pigmentação. Na derme, as principais alterações estão relacionadas à degeneração das fibras colágenas e à fragmentação das fibras elásticas. Esse processo resulta em perda de elasticidade e formação de rugas e sulcos.

Os vasos sanguíneos perdem a capacidade de eliminar as toxinas do organismo, bem como de nutrir e de oxigenar as células da epiderme – o que prejudica a renovação celular. Depois dos 30 anos de idade, os melanócitos diminuem de 10% a 20% a cada década. Por essa razão, os que permanecem ficam corados com mais intensidade, devido à maior concentração de melanina.

PAIXÃO PELO SOL E A PROTEÇÃO SOLAR DE JANEIRO A JANEIRO

O primeiro protetor solar lançado no Brasil foi o Sundown, da Johnson & Johnson, em 1984, que chegou ao consumidor com FPS nas versões 4, 8 e 15. Naquele período, estudos científicos começavam a abordar os males da exposição excessiva ao sol.

Nas últimas décadas, novas tecnologias e tendências conduziram o país ao posto de maior mercado de proteção solar na América Latina, segundo dados divulgados pela Abihpec. No mundo, o país ocupa a terceira posição, depois de Estados Unidos e China.

Atualmente, grande parte das novidades na categoria está relacionada ao conceito de multifuncionalidade, em resposta à crescente conscientização sobre a necessidade de proteção da pele – em todos os momentos do dia. A localização geográfica do Brasil favorece o registro de uma das maiores incidências solares observadas no mundo: mais de 90% do território localiza-se entre o Equador e o Trópico de Capricórnio. E de acordo com o Atlas Brasileiro de Energia Solar (estudo financiado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – PNUMA), ao longo do ano o país recebe mais de três mil horas de brilho do sol.  Dessa forma, o Brasil tem uma incidência solar de 5,4 kWh/m² – mais do que Estados Unidos, China e Alemanha, por exemplo.

A superfície do sol emite uma enorme quantidade de radiação, em torno de 72 milhões de W/m2. Ao se deslocar no espaço com a velocidade da luz, essa energia é distribuída em esferas concêntricas, de raios cada vez maiores. A intensidade com que as radiações eletromagnéticas atingem a superfície da Terra varia em função de vários fatores, como o comprimento da onda, a estação do ano, a latitude, o horário, as barreiras atmosféricas, bem como a quantidade e os tipos de nuvens.

O índice ultravioleta (IUV) mede o nível de radiação solar na superfície terrestre. Quanto mais alto for o IUV, maior será o risco de ocorrerem danos à pele. Uma pesquisa feita na Universidade Federal de Itajubá (Unifei), no sul de Minas Gerais, apontou que os valores máximos de índices ultravioleta (IUV) observados no Brasil ocorrem no Sudeste, durante o verão. A região concentra os maiores índices devido à sua posição geográfica (em torno de 23° de latitude), que coincide com o ângulo de inclinação do planeta. Por isso os fluxos de radiação no Sudeste são mais intensos, chegando a 14. No Nordeste, o índice é de 11, valor que também é considerado muito alto. A região tem níveis de radiação UV altos ou extremos durante quase o ano todo. Sendo assim, segundo o estudo, em termos de dose acumulada de radiação, as regiões Norte e Nordeste superam o Sul e o Sudeste.

Entretanto, uma pesquisa realizada pelo Ibope Conecta com duas mil pessoas no país, chamada “Sua pele fala – sinais suspeitos e o carcinoma de células de Merkel (CCM)”, sete em cada dez brasileiros consultados não utilizam o protetor solar diariamente. Entre os homens, apenas 20% aplicam o produto todos os dias – o percentual é de 42% entre as brasileiras entrevistadas. A categoria de produtos para proteção solar é formada por itens autobronzeadores, protetores solares (para o corpo, a face e os lábios) e produtos pós sol.

FORMULAÇÃO

Na composição de protetores solares, são utilizados absorvedores e filtros UV orgânicos (químicos) e inorgânicos (físicos). O mecanismo de ação desse tipo de formulação se dá por meio de absorção, reflexão e espalhamento da luz.

A absorção transforma a energia, no estado excitado da radiação UV incidente, em energia não danosa à pele. A reflexão e o espalhamento cumprem o papel de impedir que a radiação UV penetre nas camadas mais profundas da pele. Os filtros orgânicos são formados por moléculas capazes de absorver a radiação UV e transformá-la em radiações com energias menores e inofensivas à pele humana. Sua ação baseia-se nas características de absorção dos anéis aromáticos (molécula básica) e dos radicais ligados a esses anéis, resultando em diferentes espectros de absorção.

Cada filtro solar absorve apenas uma parte do espectro UVA ou UVB. Logo, para obter uma proteção completa, é preciso fazer uma combinação de filtros – o que pode elevar o grau de irritabilidade do produto. Os filtros inorgânicos funcionam como barreiras físicas e são representados pelo dióxido de titânio e pelo óxido de zinco. Esses filtros têm baixo potencial alergênico e são recomendados para formulações de protetores infantis e para pessoas com pele sensível.

Antes do desenvolvimento de tecnologias de micronização (redução do tamanho das partículas), a utilização desses absorvedores resultava em produtos que ficavam opacos quando eram aplicados sobre a pele. Com a micronização, estes passaram a ser transparentes, tornando mais simples a formulação dos produtos.

Protetores solares precisam ser cosmeticamente aceitáveis, agradáveis, eficazes, seguros e estáveis. A eficácia desses produtos não depende apenas dos tipos e da quantidade de filtros utilizados, mas também de agentes que atuam melhorando seu desempenho. No processo de formulação, é preciso fazer a caracterização físico-química do produto. São realizadas várias avaliações de estabilidade para que o protetor seja eficaz até o término do prazo estimado para sua validade. A avaliação reológica, a distribuição do tamanho das partículas na formulação e a espessura do filme formado sobre a pele são essenciais para determinar a espalhabilidade e a aplicabilidade do produto. Depois da aprovação da formulação nos testes de estabilidade, as avaliações para a determinação do FPS e de resistência à água podem ser realizadas.

A determinação do FPS, da proteção UVA e da resistência à água são os atributos principais do protetor solar e justificam as alegações no rótulo do produto. O valor do FPS tem a função de identificar o tempo durante o qual a pele estará protegida contra a queimadura solar, após a utilização de um protetor solar específico.

Com a determinação do FPS, é possível avaliar a capacidade de ação dos protetores solares na faixa do UVB do espectro eletromagnético. A radiação dessa faixa é responsável por causar eritema na pele. O valor do FPS é o resultado da razão entre o tempo de exposição à radiação UV necessário para produzir eritema na pele protegida pelo protetor solar, e o tempo para que seja alcançado o mesmo efeito, com a pele desprotegida.

A determinação do FPS é realizada unicamente por meio de testes in vivo. No Brasil, os produtos para proteção solar são classificados como grau de risco 2. Como parte da documentação necessária para o registro do produto na Anvisa, o fabricante deve apresentar relatórios referentes aos testes de eficácia realizados in vivo, de acordo com as metodologias da Colipa ou da Food and Drug Administration (FDA).

O procedimento para o teste in vivo de resistência à água é semelhante ao utilizado para o teste de determinação do FPS – a diferença é que o voluntário é imerso em água, entre os ciclos de medida. Para a medição da proteção UVA, são utilizadas metodologias parecidas com as empregadas nos testes de FPS in vivo. O valor do fator de proteção UVA (FPUVA) é obtido pela razão entre a dose mínima pigmentária em uma pele protegida por um protetor solar e a dose mínima pigmentária na mesma pele, quando desprotegida.A proteção contra os raios UVA tem de ser de, ao menos, um terço do valor do FPS declarado.

O Caderno de Tendências 2019-2020 ressalta a importância de atualizar as formulações para atender à demanda por proteção total. “As últimas pesquisas científicas sobre proteção solar apontaram os prejuízos causados pela radiação infravermelha, pela luz visível e pela luz azul, energias luminosas que não eram tão consideradas anteriormente. Combinar ativos protetores com um amplo espectro de atuação e inserir óxido de ferro para bloquear a luz visível são medidas a levar em conta para atender à necessidade de se criar um escudo multieficiente.

Na última década, percebe-se uma crescente aproximação da categoria com os segmentos de skin care e maquiagem, na qual a proteção contra os raios UV traz consigo a cor de base, somada a atributos como controle da oleosidade, disfarce de linhas de expressão e ação antioxidante.

Nessa categoria, uma questão continua dando as cartas: o bom sensorial. Produtos fáceis de espalhar, com secagem rápida, textura leve e, no caso dos faciais, efeito matificante mantêm-se como must-have. Também é apontado como tendência pelo Caderno de Tendências 2019-2020, produzido pela Abihpec, em parceria com o Sebrae, a influência dos cosméticos sul-coreanos e japoneses, o desenvolvimento de formulações mais eficientes contra fatores que geram irritação e envelhecimento – como a poluição e a luz azul – e novas formas de aplicação.

Produtos com textura mousse e toque acetinado são apostas crescentes em mercados internacionais.

Em produtos pós sol – além dos géis, hidratantes e sprays -, chegam ao mercado folhas e máscaras, como a Bio Enzymes Mask After Sun, da Talika. A máscara de biocelulose acalma, suaviza, hidrata e repara a pele sensibilizada. A composição traz ácido hialurônico, camomila, arnica e açúcares hidrofílicos, que capturam e retêm a água na pele.

FORMAS COSMÉTICAS

Elas determinam, com base na análise de diversos fatores, a melhor maneira de apresentação dos produtos.

LEGISLAÇÃO

No Brasil, os protetores solares são considerados cosméticos de grau de risco 2 para a saúde. Por essa razão, a segurança e a eficácia desses produtos precisam ser comprovadas para a obtenção de registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O valor mínimo de FPS é 6, e a proteção contra os raios UVA tem de ser de, ao menos, um terço do valor do FPS declarado. Alegações como resistência à água têm de ser comprovadas por meio de metodologias específicas definidas na RDC nº 30/2012.

Os fabricantes podem informar, nos rótulos dos produtos, as expressões: “Resistente à água”, “Muito resistente à água”, “Resistente à água/suor” ou “Resistente à água/transpiração”, desde que comprovem essas características. Os rótulos devem orientar o consumidor sobre a necessidade de reaplicação, mesmo nos casos dos produtos resistentes à água.  É proibida a alegação de 100% de proteção contra as radiações solares.

No caso de produtos multifuncionais, precisam seguir as normas da resolução os itens desenvolvidos para entrar em contato com a pele e os lábios e cujo benefício de proteção contra a radiação UV não é a finalidade principal, mas um benefício adicional.

Os produtos com filtros solares têm classificações e exigências específicas, de acordo com cada mercado. Nos Estados Unidos, eles são classificados como medicamentos de venda livre de receita médica (OTC, sigla para Over the Counter). Na União Europeia, no Mercosul, no Oriente Médio e em alguns mercados asiáticos, os filtros solares são classificados como cosméticos. Na Coreia do Sul e na China, são considerados cosméticos de função especial, com tratamento regulatório semelhante aos dos produtos OTC.

No que diz respeito à rotulagem, os mercados asiáticos e do Oriente Médio, bem como o do Mercosul e os de alguns países sul-americanos, acompanham as mesmas exigências da União Europeia, previstas na EC nº12123/2009.

Fonte: Química da Beleza